Obesidade infantil: o papel das porções e da falta de exercícios
O tamanho do prato de macarrão, a freqüência de ingestão de guloseimas, a distância percorrida para ir à escola. Todos os índices que podem explicar a obesidade infantil foram dissecados fervorosamente por especialistas em obesidade reunidos em Boston (Massachusetts, leste dos EUA).
A obesidade pediátrica é um fenômeno alarmante que afeta 12,5 milhões de crianças e adolescentes nos Estados Unidos. Quando se tem excesso de peso entre os 10 e os 14 anos, com pelo menos um dos pais acima do peso, as estatísticas mostram que há 79% de probabilidade de se continuar sofrendo deste mal na idade adulta.
Os estudos comprovam que, na infância, o excesso de peso afeta mais os meninos (32,7%) que as meninas (27,8%), mas as meninas equiparam-se aos meninos na adolescência (cerca de 30% para ambos os sexos).
(Portal G1, 23/10/2006)
